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Itália eleva alerta diplomático após anúncio dos EUA sobre prisão de Maduro

  • Foto do escritor: Bruno Marchesini
    Bruno Marchesini
  • há 4 dias
  • 1 min de leitura


O governo italiano está em alerta máximo após a captura de Nicolás Maduro, anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante uma operação militar de grande escala. A principal preocupação de Roma é com a segurança dos 160 mil italianos registrados e cerca de 1,5 milhão de descendentes que vivem na Venezuela. A presença italiana no país é significativa, com raízes que remontam ao pós-Segunda Guerra Mundial. Atualmente, os consulados em Caracas e Maracaibo estão coordenando o apoio aos residentes italianos.


A operação militar dos EUA resultou em incêndios e explosões em Caracas, aumentando a instabilidade na região. O Ministério das Relações Exteriores da Itália, conhecido como Farnesina, está monitorando de perto a situação para avaliar os riscos de instabilidade interna. A comunidade italiana na Venezuela tem fortes laços com regiões como Campânia, Sicília, Abruzzo e Puglia, mantendo uma conexão estreita com a cidadania europeia.


A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, e o vice-premiê Antonio Tajani estão acompanhando de perto a crise venezuelana. Eles mantêm uma comunicação constante para obter informações atualizadas sobre a segurança dos cidadãos italianos. O Partido Democrático expressou preocupação com a situação, reafirmando sua oposição à guerra como solução para conflitos e destacando a necessidade de proteger os civis italianos na Venezuela.


A crise econômica na Venezuela já havia levado muitos italianos a retornar à Europa ou migrar para outros países das Américas. Com a captura de Maduro e a presença militar americana, a atenção diplomática está voltada para garantir a segurança e os bens das famílias e empresas italianas que permanecem no país.



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