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Prefeito de Val di Zoldo critica acesso de italianos no exterior à saúde pública

  • Foto do escritor: Bruno Marchesini
    Bruno Marchesini
  • 15 de dez. de 2025
  • 1 min de leitura


Prefeito de Val di Zoldo critica acesso de italianos no exterior à saúde pública


Camillo De Pellegrin, prefeito de Val di Zoldo, expressou preocupações sobre uma proposta que permite a ítalo-descendentes, residentes fora da União Europeia, acessar o sistema de saúde italiano mediante uma taxa anual. Ele teme que a medida sobrecarregue o já frágil sistema de saúde do país.


De Pellegrin argumenta que a proposta atrairá principalmente pessoas com sérios problemas de saúde, que não conseguem tratamento adequado em seus países de origem. Ele questiona se a arrecadação de 2.000 euros por pessoa será suficiente para cobrir os custos de tratamentos complexos e longas internações.


O prefeito destacou que, embora a proposta possa parecer um bom negócio para os cofres regionais, ela pode resultar em um "turismo de saúde" insustentável. Ele expressou dúvidas sobre a viabilidade financeira da medida, considerando o potencial aumento na demanda por serviços médicos caros.


Além das preocupações com a saúde, De Pellegrin criticou a legislação de cidadania por descendência, que ele acredita permitir o reconhecimento de cidadania para muitos que nunca viveram na Itália. Ele teme que isso possa agravar ainda mais a situação.


O prefeito também mencionou a lei Tajani, que limita o reconhecimento da cidadania italiana por descendência, e a possibilidade de revisão dessa nova lei pela Corte Constitucional. Ele alertou que, se a legislação for considerada ineficaz, o sistema pode enfrentar um colapso.



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