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Salvini defende castração química após estupro coletivo em Roma

  • Foto do escritor: Bruno Marchesini
    Bruno Marchesini
  • 1 de dez. de 2025
  • 1 min de leitura

Atualizado: 11 de dez. de 2025


Salvini defende castração química após estupro coletivo em Roma


O vice-primeiro-ministro da Itália, Matteo Salvini, reacendeu o debate sobre a castração química para agressores sexuais, defendendo a medida em meio a um caso de estupro coletivo em Roma. A proposta, que já está no Parlamento, visa aplicar bloqueio hormonal a condenados por crimes sexuais, dependendo de decisão judicial.


O episódio que motivou a declaração de Salvini ocorreu em 25 de outubro, quando uma jovem de 18 anos foi violentada por um grupo no parque Tor Tre Teste, em Roma. Três suspeitos foram detidos, e a investigação sugere a participação de até cinco indivíduos, todos com histórico de envolvimento em tráfico de drogas.


A proposta de lei, apresentada pela Liga em agosto de 2023, prevê o uso de castração química como punição para crimes de violência sexual. O tratamento, que utiliza medicamentos agonistas do hormônio luteinizante, seria aplicado com base na periculosidade do réu, conforme decisão judicial. Salvini destacou que a proposta já foi reiterada em anos anteriores, mas enfrenta resistência no Senado.


Apesar do apoio de Salvini, a proposta encontra oposição dentro do governo. Antonio Tajani, ministro das Relações Exteriores e líder do Força Itália, expressou sua discordância em relação a penas corporais, como a castração química, destacando a divisão de opiniões sobre o tema.



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